Quando ouvimos sobre Barcos fantasmas como o Holandês Voador, Octavius ou a Mary Celeste, sempre pensamos em histórias fantásticas envoltas de mistérios e possibilidades de explicações somente limitadas pela nossa imaginação, sempre com um romantismo de se imaginar um propósito incrível com heróis imaginários com destinos infelizes mas memoráveis. Um exemplo famoso é o da lenda do Octávius, que recorrente é replicada para outros barcos fantasmas. A lenda é contada mais ou menos assim: o barco é descoberto no meio do gelo, e o capitão é encontrado em sua cabine congelado, ainda com a pena na mão e o texto escrito no último suspiro informando na data de 11 de novembro de 1762, que o navio estava perdido no Ártico a 13 anos; O capitão era o último sobrevivente de uma tripulação que resistiu bravamente.
Mas nem sempre a história é assim.
Kaz II é também conhecido como o Iate fantasma. Ele foi encontrado a deriva na costa da Austrália, misteriosamente sem seus 3 tripulantes. Quando uma equipe de resgate abordou o iate, eles o descreveram assim:
"O que eles acharam estranho foi que tudo estava normal; Só não havia nenhum sinal da tripulação." - John Hall. Gerente do escritório de emergências de Queensland.
Qualquer pessoa normal naturalmente assumiria a explicação usual: ALIENS. Mas é aí que a trupe de estraga prazeres conhecidos como investigadores forenses entram em ação para dar uma outra explicação mais mundana.
A investigação oficial concluiu que um dos tripulantes enquanto tentava trocar a isca de sua vara de pescar, acidentamente caiu do barco. Outro tripulante mergulhou no mar para ajudar o irmão, enquanto outro manejava o barco - é importante mencionar que os 3 eram terríveis nadadores. O terceiro tripulantes liga o barco, e assim que ele deixa o leme para desarmar as velas, um desvio de vento facilmente deve ter causado um balanço e jogado o terceiro homem ao mar. Porque o barco estava navegando ao vento, e a velocidades de 15 nós (28 Km/h), o barco se afastou deles em segundos.
É como um episódio de os três patetas, mas com um final mórbido (Nenhum dos 3 corpos nunca foram encontrados), e com óbvias lições de segurança de navegação, e uma outra: a de que antes de assumirmos uma explicação extrardinária, ou heróica, precisamos nos certificar que não é só mais um caso de idiotice.
Fontes:
http://en.wikipedia.org/wiki/Kaz_II
http://www.guardian.co.uk/world/2007/apr/20/australia.barbaramcmahon
quarta-feira, 13 de março de 2013
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
O Foguete de Pacal e Aliens Antigos
O Foguete de Pacal é um dos argumentos mais famosos de teóricos de Aliens Antigos (que eu vou chamar de AAs), principalmente Eric Von Daniken, autor do famoso livro "Eram Deuses Astronautas?".
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segunda-feira, 3 de setembro de 2012
O ataque falho ao racismo enrustido.
Você vê pessoas publicamento, pela televisão, livros, papers, jornais, filmes, defenderem publicamente o racismo? Não. Porém eu e você concordamos que assistimos pequenas pessoas no nosso dia-a-dia defenderem abertamente isso, prejudicando profissionalmente outros indivíduos, e implicitando certas discriminações enrustidas em discursos públicos. Essas pessoas ao serem denunciadas são corrigidas, e isso está certo. Eu defendo essas pessoas de defenderem suas idéias, apesar de não defender suas atitudes, porque elas serão corretamente corrigidas, convencidas do contrário ou inclusive até mesmo punidas juridicamente por essas atitudes se não se corrigirem.
O que parece incorreto e desproporcional na minha opinião porém é procurar de forma paranoica e conspiratória de que pessoas e organizações escondidas estão promovendo o racismo conscientemente. O correto é sermos conscientes de que o racismo do sistema é uma herança social, as quais as pessoas estão sendo omissas em atacar, e não que eles estão lutando positivamente para estabelecer.
domingo, 1 de julho de 2012
Procriadores Alpha, criadores Beta.
Vamos supor um simples cenário, e nele certas diferenças limítrofes serão feitas para fins de argumento. Isso significa que o suposto universo do cenário é mais preto e branco do que a realidade.
Uma linda mulher, que não é necessariamente nem alfa nem beta, conhece um homem, do tipo macho alfa. Esse homem não precisa ser necessariamente belo, porém como em todo alfa, suas características físicas ou de personalidade dão a ele certa prioridade de escolha na seleção sexual. Do fruto deste encontro surge um filho(a).
Machos alfa são estatisticamente parceiros ruins, e isso pode ser explicado por várias causas, como o fato de mulheres pagarem mais na reprodução (meses de gestação) e por isso tendem a serem mais fies, e requerem parceiros fies para garantir a sobrevivência da prole. Homens não tendem a serem fies porque pagam menos na reprodução (basta uma noite de sexo e o trabalho está pronto), o que se manifesta mais forte num alfa já que ele possui preferência entre as fêmeas em comparação com outros machos.
Porque o homem é um pior parceiro, ou porque a fêmea levada pelo instinto, se uniu ao homem cedo demais, ambos se separam.
A Mulher, por necessitar de afeto e de proteção de seu filho(a), ambos determinados pelo instinto, é guiada a se unir a um macho beta, e este assume a guarda do filho(a), e por não ter preferência na seleção sexual, tende a valorizar mais a parceria com uma bela mulher que não lhe daria prioridade em outro caso.
Respostas prontas e simples para perguntas comuns
Você é (ateu|cético)? Então você não acredita em nada?
Resposta: Existe mais coisas além de (inserir religião ou pseudo-ciência do inquisidor). E ceticismo e cinismo são coisas diferentes.
Se você não adora a (figura de autoridade absoluta do inquisidor), então adora a si mesmo, ou a dinheiro. Nós sempre adoramos alguma coisa, não é?
Resposta: Falsa dicotomia. Nada precisa ser adorado.
Resposta: Existe mais coisas além de (inserir religião ou pseudo-ciência do inquisidor)
Se você não adora a (figura de autoridade absoluta do inquisidor), então adora a si mesmo, ou a dinheiro. Nós sempre adoramos alguma coisa, não é?
Resposta: Falsa dicotomia. Nada precisa ser adorado.
sexta-feira, 16 de março de 2012
O Instinto da Censura. Extraído de um discurso de Christopher Hitchens
Acerca desse instinto sensorial: nós basicamente já sabemos o que precisamos saber, e nós já o sabemos a um longo tempo, ela vem na forma de uma velha história, denovo um grande Inglês (..) Dr. Samuel Johnson, o autor do primeiro grande dicionário da língua inglesa. Quando este foi completado, ele foi aguardado por várias delegações de pessoas para congratulá-lo, (..) também por uma delegação de respeitáveis senhoras de Londres (..). Dr. Johnson, elas disseram: "estamos encantadas em descobrir que você não incluiu nenhuma indecência ou palavras obcenas no seu dicionário."
"Senhoras, disse Dr. Johnson, "Eu posso parabenizá-las em serem capazes de procurarem por elas.
Qualquer um que é capaz de entender essa piada, entendeu o ponto sobre a censura, especialmente pela restrição por antecipação, que como é sabido nos Estados Unidos é banida pela primeira emenda da sua Constituição. Não é possível determinar antecipadamente que palavras são aptas ou inaptas. Ninguém possui o conhecimento que seria necessário para fazer esse julgamento - e mais importante - é suspeito os motivos daqueles que o fazem. Particularmente aqueles que estão determinados a ficarem ofendidos, aqueles que vão através de uma casa de tesouros da língua inglesa (..) em busca de palavras sujas, para satisfazerem a si e algum instinto sobre a qual eu não ouso especular...
- Christopher Hitchens, durante discurso no Canadá em 2006 sobre liberdade de expressão.
O trecho traduzido está no fim do vídeo acima.
"Senhoras, disse Dr. Johnson, "Eu posso parabenizá-las em serem capazes de procurarem por elas.
Qualquer um que é capaz de entender essa piada, entendeu o ponto sobre a censura, especialmente pela restrição por antecipação, que como é sabido nos Estados Unidos é banida pela primeira emenda da sua Constituição. Não é possível determinar antecipadamente que palavras são aptas ou inaptas. Ninguém possui o conhecimento que seria necessário para fazer esse julgamento - e mais importante - é suspeito os motivos daqueles que o fazem. Particularmente aqueles que estão determinados a ficarem ofendidos, aqueles que vão através de uma casa de tesouros da língua inglesa (..) em busca de palavras sujas, para satisfazerem a si e algum instinto sobre a qual eu não ouso especular...
- Christopher Hitchens, durante discurso no Canadá em 2006 sobre liberdade de expressão.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Ateus discutindo moralismo na ATEA
Tive uma discussão produtiva hoje na página da ATEA no facebook, e quero registrar aqui caso a discussão suma na nuvem de discussões do site da ATEA:
A discussão está em:
http://www.facebook.com/ATEA.ORG.BR/posts/281203301933479
A discussão está em:
http://www.facebook.com/ATEA.ORG.BR/posts/281203301933479
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Reinstalando o Firmware do SmartQ N7
Depois de deixar o meu tablet SmartQ N7 na mão dos meus primos (todos os 4 menores de 10 anos) brincando com uns jogos que instalei, eles me devolveram o bichinho sem funcionar. Aparentemente o botão de desligar travou, ligando-o e desligando-o contínuamente, ferrando de alguma forma com o sistema Android, o que o fazia parar de iniciar corretamente, e avisando que vários aplicativos estavam falhando e me pedindo eternamente para forçar o fechamento deles. Minha filosofia com tecnologia é que se um aparelho não aguenta na mão de uma criança, então ele realmente não bem feito e testado... então eu engoli e levei na boa que eles haviam quebrado o bichinho(tive que voltar de São Paulo pro Rio sem poder me entreter nele) e tenho estado sem o meu tablet já faz quase 2 semanas.
Depois de superar a revolta reprimida de ter "perdido" o meu tablet, eu comecei a fuçar como resolver o problema. O SmartQ N7 tem um problema sério, e não é do aparelho em si, a Smart Devices na China parece ignorar que jamais fez esse aparelho, e o seu site carece de suporte... então depois de muito sofrer para descobrir como resolver o problema, estou publicando como fiz aqui:
O meu voltou a funcionar perfeitamente, tirando o inconveniente ele resiste bem fisicamente na mão de crianças, exceto pelo defeitinho do botão de força. O SmartQ N7 está pronto para mais um round de testes na mão de curiosos, crianças ou não.
Depois de superar a revolta reprimida de ter "perdido" o meu tablet, eu comecei a fuçar como resolver o problema. O SmartQ N7 tem um problema sério, e não é do aparelho em si, a Smart Devices na China parece ignorar que jamais fez esse aparelho, e o seu site carece de suporte... então depois de muito sofrer para descobrir como resolver o problema, estou publicando como fiz aqui:- O que eu fiz foi reinstalar o firmware do aparelho, primeiro baixando o firmware aqui (Firmware SmartQN7_Android2.1_V1.0). Não encontrei atualização pro Android 2.2, e parece que eles não vão lançá-lo .
- Depois descomprima-o e copie o arquivo "SmartQN7_AD" para o cartão de memória, se não tiver um cartão de memória eu não sei como fazer o resto do processo, então recomento comprar um.
- Desligue o N7 e apertando o volume para aumentar, aperte o botão de ligar. Aperte os dois juntos e aguarde, um ícone roxo/azul aparecerá dizendo que o processo de upgrade do firmware ocorrerá(Segurando o '-" do volume junto com o power ativa o ajuste de toque de tela).
- Apenas aguarde que o aparelho vai iniciar o processo de limpeza do aparelho, e vai deixar tudo como ele era quando você o comprou. Somente o conteúdo do aparelho vai ser resetado, e não o conteúdo do cartão de memória, então não se preocupe que nada no cartão será perdido.
O meu voltou a funcionar perfeitamente, tirando o inconveniente ele resiste bem fisicamente na mão de crianças, exceto pelo defeitinho do botão de força. O SmartQ N7 está pronto para mais um round de testes na mão de curiosos, crianças ou não.
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